Motorista perde o carro, mas sai sem um arranhão
Há cerca de um mês, um acidente envolvendo dois veículos, fez o gerente administrativo João Roberto Goulart se sentir aliviado quando o air bag do seu carro inflou no mesmo instante da colisão. Ele estava num Golf 2.0, junto com sua família, quando bateu de frente com outro veículo. ''Não estava em uma velocidade alta. O carro deu perda total, mas nós não nos machucamos. Se não fosse esse equipamento, não sei o que teria acontecido'', desabafou.
Antes de comprar o carro, Goulart não tinha a preocupação de adquirir um modelo equipado com o sistema. Os conceitos do gerente, no entanto, mudaram. Ele afirma que o acidente o fez refletir sobre a importância do equipamento e, a partir de agora, o primeiro detalhe que vai exigir quando comprar um novo carro será o air bag. ''O acessório foi fundamental na hora do acidente, por isso não vou mais abrir mão dessa garantia'', apontou, salientando que estava com o cinto de segurança, pois sem ele, a função do air bag poderia estar compromentida.
A mesma confiança em relação ao acessório foi adquirida pela consultora de vendas, Érika Regina Farinon, depois de sofrer um acidente no final do mês de fevereiro. Ela viajava com o namorado em um Renault Scénic e se envolveu em um engavetamento de carros na rodovia. ''Estávamos a uns 80 km/h. Foram uns oito carros que se chocaram um atrás do outro e quando a gente viu, por sorte, o air bag já tinha inflado'', descreveu a consultora.
Para Érika, que trabalha com vendas de carros, a experiência causou susto, mas foi muito significativa. ''A gente não pensa muito na importância do equipamento. É só na hora do acidente que a gente se dá conta'', disse. Sobre o alto custo para recuperar o carro, a consultora afirmou que o mais importante é não ter se machucado.





