A Mercedes-Benz coloca no mercado até o final deste mês a nova linha 2001 do Classe A, para alcançar o consumidor que exige maior desempenho. A principal novidade é que as novas versões ganharam maior performance, um item exigido pelo público. O novo A 160 agora tem motor que gera 102 cv de potência, três a mais que o modelo 2000. A atração principal é o inédito A 190 equipado com motor de 125 cv.
O novo motor terá um preço adicional de R$ 1.970. Assim, o Classe A 160, versão Classic (básica), tem preço de R$ 33.330, enquanto o A 190 na mesma versão custa R$ 35.300. Os preços das demais versões não foram divulgados pela montadora, mas as estimativas apontam para um número não superior a R$ 45 mil.
O diretor de vendas da Mercedes-Benz, Roberto Bógus, lembra que a Classe A mantém seu alto nível de segurança e sofisticação tecnológica: ‘‘nós não retiramos equipamentos dos carros para oferecer um preço mais competitivo, em detrimento da qualidade do produto. Com as novidades pretendemos atender a um público diferenciado que sabe apreciar as qualidades do Classe A, mas desejava mais performance’’, afirma.
Assim, o A 160 ficou mais ágil no trânsito da cidade e nas ultrapassagens nas estradas. Com a versão anterior, o modelo levava 19,4 segundos para retomar de 60 a 120 km/h em quarta marcha. Agora isso é feito em 15,8 segundos. Apesar do melhor desempenho, o modelo conservou os mesmos níveis de consumo, obtendo as médias de 17 km/l (A 160), e 15,8 km/l (A 190), a 90 km/h constantes.
O desenho futurista e original do modelo também foi mantido na linha 2001. O charme do automóvel, um ano após seu lançamento, atrai cada dia mais os olhares das pessoas nas ruas. A dianteira se destaca com o conjunto ótico e a grade com a estrela de três pontas. A única alteração estética é um friso de proteção lateral agora visível no A 190 Elegance.
O Classe A também se destaca pela tecnologia, a começar pelo projeto com duplo chassi e motor Silitec. A lista de equipamentos de série evidencia ainda mais o caráter revolucionário do produto.
As inovações incluem o Programa Eletrônico de Estabilidade (ESP), a frenagem assistida (BAS), os freios com ABS (anti-travamento) e a distribuição eletrônica da força de frenagem (EBD), o controle de tração (ASR), a dupla bolsa de ar inflável (air bag), os cintos de segurança com tensionadores e limitadores de força, a direção hidráulica eletrônica, o câmbio semi-automático, o acelerador sem cabo (drive-by-drive) e o gerenciador eletrônico de revisões Assyst.
A empresa ainda destaca como argumento de venda do produto o menor custo do seguro diante dos concorrentes, um dos mais baixos do mercado. De acordo com a revista Quatro Rodas deste mês, o Classe A paga apenas 4,2% de seguro, enquanto os concorrentes pagam 6, 7 e até 10%.
Isso se deve também à tecnologia, que o torna um dos automóveis mais seguros do mercado. O que também é resultado da sua construção e devido aos recursos de segurança ativa e passiva que, caso se envolva em acidentes, os danos apontam uma tendência para a redução. Para isso contribui seus pára-choques e pára-lamas de polímero flexíveis, resistentes a pequenos choques e fáceis de reparar.
O Diretor de Vendas da empresa, Roberto Bógus, lembra ainda que pesquisas com os clientes apontaram um grau de satisfação de 98%. Assim, o modelo é valorizado pelo consumidor e alcança um ótimo preço de revenda. Segundo a empresa Disk-Mercado – que faz pesquisas de mercado para instituições financeiras e publicações especializadas, como o jornal o Estado de Minas – o Classe A é o veículo com menor desvalorização entre seus concorrentes.
A empresa apurou, de abril a junho deste ano, uma desvalorização de 4,92% para a Classe A, enquanto o Renault Scénic teve uma depreciação de 10,96% no mesmo período.

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