Aná­po­lis, GO - No pri­mei­ro se­mes­tre, as ven­das da Hyun­dai no Bra­sil cres­ce­ram 16,1% na com­pa­ra­ção com o mes­mo pe­río­do do ano pas­sa­do, pa­ra 24,6 mil uni­da­des. No gru­po das dez maio­res em­pre­sas au­to­mo­bi­lís­ti­cas do ­País, fi­cou ­atrás em por­cen­tual de cres­ci­men­to ape­nas da To­yo­ta, que au­men­tou ­suas ven­das em 20% no pe­río­do, e da ­Ford, com 18,4%.
  Jun­to com as ja­po­ne­sas To­yo­ta, Hon­da, Nis­san e Mit­su­bis­hi - que es­tão no ­País há ­mais tem­po - e a tam­bém co­rea­na Kia, o gru­po de asiá­ti­cas de­tém ho­je ­mais de 12% das ven­das no ­País, 1 pon­to a ­mais que no mes­mo in­ter­va­lo do ano pas­sa­do. Em 2000, a par­ti­ci­pa­ção era de 5,7% e, em 2007, de 9%.
  Pa­ra o con­sul­tor es­pe­cia­li­za­do em in­dús­tria au­to­mo­bi­lís­ti­ca, Pau­lo Car­da­mo­ne, da CSM World­Wi­de, as mon­ta­do­ras asiá­ti­cas se­guem no Bra­sil a es­tra­té­gia ado­ta­da em ou­tros paí­ses, de en­trar em mer­ca­dos ma­du­ros co­mo fi­ze­ram na dé­ca­da de 70 nos Es­ta­dos Uni­dos.
  ‘‘No Bra­sil, ­elas vão pro­cu­rar ­criar um port­fó­lio com­pe­ti­ti­vo pa­ra dis­pu­tar mer­ca­do com as mar­cas já ­estabelecidas’’, diz Car­da­mo­ne. Vai per­der ­mais es­pa­ço pa­ra ­elas ­quem ti­ver uma li­nha de pro­du­tos atra­sa­da.’’

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