O câmbio deve ser mantido como está, mas sem medidas de apoio ao setor automotivo local ‘‘as fábricas argentinas terão que fechar’’, advertiu quinta-feira o líder do setor, Cristiano Rattazzi. ‘‘Temos que consolidar o Mercosul, mas os custos locais de produção são 30% mais altos que no Brasil. O governo deve baixar os impostos’’, disse o executivo, da montadora Fiat. Rattazzi foi oficializado presidente da Associação de Fábricas Automotivas (ADEFA), em meio a uma grave crise que atravessa a indústria local de veículos, que congrega a onze multinacionais.