A Toyota amplia a linha Corolla com o lançamento no mercado brasileiro da versão GLi. Posicionado entre os modelos XLi e XEi, o Corolla GLi agrega todas as qualidades das outras versões do sedã médio da marca a uma ampla lista de equipamentos, tendo como foco os consumidores que buscam uma melhor relação custo/benefício do segmento, na faixa entre R$ 65.000 e R$ 70.000. O Corolla GLi chega ao mercado com preços de R$ 65.240,00 para a versão manual e R$ 69.170,00 para a versão automática.
O Corolla GLi traz uma grande lista de equipamentos em sua faixa de preço, que garante conforto ao motorista e aos passageiros. Oferece vidros, travas e retrovisores elétricos, sendo que os vidros possuem acionamento por um toque e dispositivo antiesmagamento em todas as janelas. O computador de bordo agrega seis funções: relógio, temperatura externa, consumo instantâneo, consumo médio, velocidade média e autonomia. O ar-condicionado, além de acoplar o filtro de poeira, é também automático e digital. O sistema de som de traz CD Player que reproduz arquivos de MP3 e WMA. Já o volante possui comando de todos os controles do computador de bordo e do sistema de som.
Há airbag dianteiro duplo e freios com sistema antitravamento ABS e distribuição eletrônica de frenagem (EBD - Eletronic Break Distribution). Este conjunto permite ao motorista manter o controle direcional do veículo em caso de frenagens abruptas.
Para maior conveniência, o sedã médio também trava automaticamente as portas com o veículo em movimento (a 20 km/h). A abertura do tanque de combustível e da tampa do porta-malas é interna.
Outros itens importantes se apresentam na lista do novo Corolla GLi, como o painel de instrumentos com iluminação Optitron (que regula a intensidade das luzes do painel de acordo com a iluminação externa), alarme, fechamento de vidros e abertura do porta-malas com controle na chave e banco traseiro bipartido (60/40) com porta-copo e descansa braço central.
Design
Esteticamente, o Corolla GLi mostra as mesmas características das outras versões apresentadas ao público em março do ano passado. A dianteira traz linhas curvilíneas e capô com linhas acentuadas, que privilegiam aspectos aerodinâmicos e harmonizam com o pára-choque de linhas marcantes.
Na lateral, destaque para a linha de cintura alta e para a fluidez das formas, que criam um visual dinâmico, ressaltado pelo aumento da largura da carroceria, pelas colunas centrais finas e pelo teto de perfil baixo. Existe uma continuidade harmônica das linhas da lateral entre os eixos e a parte inferior dos pára-choques.
A traseira também enfatiza as formas do Corolla GLi, onde se sobressai a tampa do porta-malas que, além de ''musculosa'', ainda acompanha em perfeita sintonia o caimento da Coluna C. As lanternas traseiras seguem o desenho da parte superior do pára-choque, invadem a tampa do porta-malas e - assim como os faróis dianteiros - têm luzes em três parábolas que criam um visual muito bonito, quando acesas.
Por dentro, destaque para a textura suave dos materiais dos tecidos que revestem os bancos e o teto e para o bom encaixe de todas as peças que compõem o habitáculo. Merece atenção também a fácil acessibilidade a todos os comandos (controles do sistema de som, do acionamento dos vidros e do ar-condicionado, alavanca de transmissão, etc) e o conforto dos bancos.
Motor e câmbio
Como nas demais versões, o motor do Corolla GLi é o 1.8 VVT-i Flex de 16 válvulas que rende 136 cv de potência máxima a 6.000 rpm, quando abastecido só com álcool e 132 cv, também a 6.000 giros, se for alimentado exclusivamente com gasolina, com torque máximo de 17,5 kgf.m com álcool e 17,3 kgf.m com gasolina, ambos a 4.200 rpm. A taxa de compressão é de 10:1.
A nova versão está disponível nos dois tipos de transmissão: manual de cinco velocidades, cujas principais características são ótima relação de marchas, leveza do conjunto e suavidade nos engates; e automática de quatro velocidades com Super ECT (Controle Eletrônico de Transmissão, em português). Essa tecnologia analisa as condições de uso do veículo (ladeira, subida, trânsito, etc) e, em função disso, seleciona e mantém a marcha mais adequada para a condição encontrada. A atuação do Super ECT ainda evita mudanças desnecessárias de marcha, otimizando a performance e reduzindo o nível de emissão de poluentes.

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