Mini amplia linha para conquistar mercado em 2011
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domingo, 09 de janeiro de 2011
Luciano Balarotti Equipe da Folha 
Ampliar as vendas em 50% com a chegada de novos modelos e versões às concessionárias. Esse é o plano da Mini para 2011, quando a fábrica inglesa pertencente ao grupo BMW pretende passar dos atuais dois mil veículos comercializados no Brasil no ano passado para a casa das três mil unidades anuais. Para atingir a meta, o famoso carrinho ganha uma versão de entrada, a Salt, que chega ao mercado por menos de R$ 80 mil, e uma gama de quatro versões do recém-lançado Countryman, primeiro modelo com quatro portas da linha, disponível também com tração integral. Aumento de vendas que deve ser semelhante no Paraná (que deve ganhar concessionária em Londrina), onde são comercializados cerca de 25 carros da Mini ao mês, na loja curitibana da fábrica.
Para disputar um segmento inferior do mercado a versão Salt perdeu alguns equipamentos de série e é disponível apenas com câmbio mecânico. Mas mantém as amplas possibilidades de personalização - faixas adesivas, capas de retrovisor, cores de maçanetas, rodas e luzes de pisca e kits aerodinâmicos e de preparação para o motor estão entre a gama de itens disponíveis nas revendas - que caracteriza o jovial Mini Cooper e uma longa lista de equipamentos de conforto e segurança. Mesmo sendo a mais simples a linha, a Salt vem de série com volante revestido em couro, ar-condicionado, computador de bordo, rodas aro 16, controle de estabilidade, seis airbags, faróis e luz traseira anti-neblina, além do belo revestimento do painel do tipo ''piano black''.
A versão já está disponível nas concessionárias por R$ 79.700 com pintura sólida (a pintura metálica, opcional, aumenta o valor em mil reais). Assim como as duas versões seguintes, a Pepper e a Chili, equipadas com câmbio automático, a Salt é equipada com o motor de 1.6 litro, aspirado, com 120 cavalos. Propulsor que, segundo a fábrica, faz o carro acelerar de 0 a 100 km/h em 9,1 segundos e atingir a velocidade máxima de 203 km/h.
Além da transmissão automática com opção por trocas manuais na própria alavanca de câmbio, a versão Pepper traz a mais, em relação à Salt, ar-condicionado automático, e é vendida a R$ 97 mil, com pintura sólida. A Chili, que parte de R$ 104.700, ganha volante esportivo com borboletas para troca de marchas, apoio de braço central dianteiro, bancos esportivos parcialmente revestidos em couro, aerofólio, sistema de lavagem de faróis e luzes de xenônio nos faróis principais. O motor aspirado também é disponível na versão básica do Mini Cooper Cabrio (conversível), vendido a R$ 124 mil, e na versões Peeper e Chili do Countryman - que chegam no final do mês -, nos valores básicos de R$ 109 mil e R$ 116 mil, respectivamente.
O novo modelo se diferencia do restante da linha não apenas por ter quatro portas, mas também pelas maiores dimensões externas, suspensão elevada e ganho significativo no espaço interno - há mais espaço para as pernas dos passageiros do banco traseiro e mais do que o dobro de capacidade no porta-malas, graças aos 37,1 cm extras no comprimento e aos 15,4 cm ganhos em altura. A partir da versão Chili, o Countryman é equipado com rodas aro 17 e sempre com câmbio automático.


