O novo motor V8 de 4.2 litros, 40 válvulas e potência de 300 cv ‘‘é o mais moderno e eficiente da categoria no mercado nacional’’, explica Jaroslav Sussland, diretor comercial da Audi Senna. Sussland conta que é o único equipamento disponível no Brasil com coletor de admissão variável em três estágios. Em outras palavras, o motor consegue ‘‘oferecer uma curva de torque mais uniforme, tanto em baixa, quanto em média e alta rotação’’.
Já o propulsor de 2.7 litros, 30 válvulas e 230 cv ‘‘oferece uma interessante relação custo/benefício’’,já que seu preço é de R$ 165 mil. A meta da empresa é comercializar 10 unidades por mês até o final do ano. Vale lembrar que o modelo A6 é importado da cidade de Neckarsulm, na Alemanha, onde são produzidos os modelos de alumínio da marca. Lá também são fabricados os modelos A8 e o recém lançado A2.
Os novos produtos chegam ao mercado neste mês. E até outubro devem chegar as peruas Avant nas duas motorizações. A Avant custa R$ 9 mil a mais que os modelos sedãs. Até o final do ano a empresa estará comercializando no Brasil três novos produtos, que estarão expostos no Salão do Automóvel de São Paulo – as portas serão abertas ao público no dia 12 de outubro. São eles o esportivo S6, o utilitário esportivo All Road e a perua esportiva RS4. O modelo A2 será a principal atração da marca no evento paulistano.
Mas dificilmente o A2 chegará nas ruas brasileiras. Isso devido ao limite de produção da fábrica: 60 mil unidades ao ano. Todas absorvidas pelo mercado europeu. Lá ela tem como principal concorrente o Mercedes-Benz Classe A. Outro problema para vender o produto por aqui seria o alto preço, devido a tarifa de importação e a variação cambial. Enquanto na Europa o modelo custa US$ 15 mil (aproximadamente R$ 30 mil), aqui não sairia por menos de R$ 55 mil.(S.L.)

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