Quem tem deficiência, pensa em dirigir mas ainda tem alguma dúvida se deve ou não adaptar o carro deve seguir os exemplos de quem está no trânsito há muito tempo e não abre mão da liberdade de ir e vir. O deputado estadual Ângelo Vanhoni, bastante conhecido pelos curitibanos, dirige há 20 anos carros adaptados.
Atualmente o deputado pode ser visto pelas ruas da cidade conduzindo um veículo automático. ‘‘Antes eu tinha um carro adaptado. Hoje, esse que eu uso é da Assembléia e tem acelerador e freio normal, o que muda é a embreagem’’.
Gilmar Abreu e Silva é outro exemplo. Ele ficou paraplégico em um acidente de carro há 19 anos e há seis anda em carro adaptado. Ele faz do carro o seu ganha pão, já que é taxista. Silva conta que fez o curso de taxista, depois de paraplégico, porque sentia vontade de sair de casa e precisava trabalhar.‘‘Tinha necessidade de me locomover.’’
Ricardo Tanhoffer sofreu um acidente de carro quando tinha 28 anos e hoje, aos 31, é tetraplégico.
O jovem teve uma lesão medular e demorou bastante para se recuperar. ‘‘Voltei porque precisava autonomia para fazer as minhas coisas’’, conta o professor de educação física.

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