LANÇAMENTO
Ford lança híbrido
O C-Max Energi é o novo híbrido ''plug-in'' da Ford, que oferece economia de combustível e nível reduzido de emissões de CO2. Derivado do C-Max de cinco lugares, o Energi, que começará a ser vendido nos próximos anos, está sendo mostrado no Salão Internacional do Automóvel de Buenos Aires.
Projetado para obter a qualificação AT-PZEV (Veículo com Tecnologia Avançada de Emissões Parcialmente Zero), o Ford C-Max Energi proporciona máximo aproveitamento de combustível. A exemplo do Fusion Hybrid, vendido no Brasil, ele combina um motor elétrico alimentado por bateria de íons de lítio e um motor a gasolina de ciclo Atkinson, de alta eficiência.
A partida é sempre feita no modo elétrico e o motor a gasolina só entra em operação quando necessário. O Ford C-Max Energi alcança uma autonomia total de mais de 800 km, combinando os dois motores, tornando-se o veículo híbrido ''plug-in'' de maior autonomia do mercado e também um dos mais econômicos, rodando mais de 17 km por litro de combustível.
A bateria pode ser totalmente recarregada durante a noite, bastando ligá-la a uma tomada de 220 volts. Assim, é possível aumentar a rodagem no modo elétrico, com redução no uso do motor a combustão e de emissões de CO2.
Renault lança projeto fotovoltaico
A Renault está lançando o maior projeto fotovoltaico do setor automobilístico mundial, equipando suas fábricas com painéis solares, em parceria com a Gestamp Solar.
O projeto está concentrado nas plantas francesas de Douai, Maubeuge, Flins, Batilly, Sandouville e Cléon. Em médio prazo, o projeto representará 450.000 m2 de painéis solares, o equivalente à superfície de mais de 60 campos de futebol, com uma capacidade instalada de 60 MW, ou seja, o consumo anual de eletricidade de uma cidade com 15 mil habitantes.
A utilização desta energia renovável permitirá reduzir as emissões de CO2 à ordem de 30.000 toneladas por ano. Este projeto faz parte do plano estratégico Renault 2016 - Mude a Direção, através do qual a Renault se comprometeu a reduzir as emissões de carbono em 10% até 2013, e mais 10% adicionais entre 2013 e 2016.
Na Renault do Brasil, por exemplo, de 2007 a 2010, os níveis de consumo de energia nas fábricas de veículos de passeio e de utilitários da filial brasileira reduziram em média 42,5%.





