Consórcio para implementos rodoviários


A Rodo Linea, empresa do Grupo Hubner, lançou um serviço de consórcio próprio - o Consórcio Nacional Rodo Linea - em parceria com a administradora Gaplan, para auxiliar na comercialização de implementos rodoviários para empresas e transportadores autônomos. O consórcio não opera com taxa de adesão, nem fundo de reserva e atua com planos de 36 meses para 36 participantes. A taxa de administração é de 11%, com taxa opcional de seguro de vida de 0,05%. Inicialmente o grupo de lançamento irá atingir Curitiba e Região Metropolitana com a primeira assembleia marcada para outubro. Será um grupo de 36 cotas, quando serão sorteadas três cotas por assembleia e todas as cotas serão contempladas em 12 meses.



Novo amplificador


A Stetsom, líder no segmento de vendas de amplificadores, aumentou a linha Venom com o lançamento do modelo V500.1. Com tecnologia digital ''full range'' de última geração o amplificador tem uso recomendado para qualquer tipo de sonorização interna, quando o usuário busca um som de alta potência e boa resposta sonora em todas as frequências. Também se adapta muito bem para uma sonorização externa com a utilização de cornetas, tweeter ou com subwoofer de até 500 W RMS. O aparelho tem um canal de saída e trabalha com impedância mínima de saída de 2 ohms; a potência varia entre máxima de 505 wrms a 12,6 v e 600 wrms a 13,8 v. O preço sugerido é a partir de R$ 449.




Inflação do carro tem alta de 0,65%


A inflação do carro da Agência Autoinforme - que mede a evolução dos preços de produtos, serviços, impostos e seguros usados pelo motorista - teve uma alta de 0,65 em agosto. Foi a quarta maior alta do ano e elevou a inflação acumulada para 1,5%. O custo do uso e manutenção do carro em 2010 está acima do registrado no mesmo período de 2009, quando a inflação era de 0,51%. A lona de freio foi o item da cesta de produtos e serviços que mais subiu em agosto, com alta de 4,08%. Entre os itens que caíram de preço, destaque para o alinhamento, com queda de 1,97% no mês. A mão de obra ficou 1,05% mais barata. Neste ano, os preços tiveram uma alta expressiva em janeiro: de +2,86%, compensada com uma deflação recorde em março, quando os preços caíram, na média, 3,88%.

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