Com edição limitada a apenas 200 unidades, destinadas a colecionadores, admiradores da marca e empresas de transporte executivo, a Kombi Série Prata demarca o encerramento da produção do motor arrefecido a ar da Volkswagen do Brasil. Aliás, a Kombi é o último modelo do mundo a utilizar a clássica e eficiente invenção do Prof. Porsche. No Brasil, o motor a ar estreou em 1953, montado nos primeiros Fusca em regime de CKD. Em setembro de 1957, ele equiparia a Kombi, que é reconhecida como um dos primeiros automóveis genuinamente ''brasileiros'' da história.
A carroceria pintada na cor prata metálico é o maior diferencial da Kombi Série Prata, além dos vidros verdes e do pára-brisa degradê. Na frente, a grade, o pára-choque e os aros dos faróis recebem o acabamento cinza, o que garante o visual distinto dessa edição limitada. As setas direcionais possuem lentes brancas (cristal). Já a parte traseira, além do pára-choque cinza, destaca-se pelas lanternas fumês, pelo desembaçador do vidro e pelo logotipo que identifica o modelo.
Por dentro, esse mesmo rótulo é repetido no quadro de instrumentos, lado do velocímetro. As outras alterações internas aplicam-se ao novo revestimento dos bancos em vinil e ''Malharia Colméia'', à cobertura da tampa traseira e à janela lateral deslizante do lado esquerdo.
O motor da Série Prata, como não poderia deixar de ser, é movido a gasolina (injeção eletrônica multipoint), de 1.584 cm3 e quatro cilindros contrapostos, que desenvolve potência de 58 cv . O preço sugerido na rede de concessionária VW para a Kombi Série Prata é de R$ 39.200. A partir de 2006, a Volkswagen inicia a comercialização da Kombi com nova motorização.

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