Informe Carro & Cia (Samuka Lopes)
Informe Carro & Cia
Samuka Lopes
Mecânico
A sétima edição do Grande Prêmio Mecânico 100% apontou as cinco melhores invenções entre os 1.000 mecânicos que participaram do concurso e sorteou entre os eleitos um automóvel Ford Ka zero km. Este ano o felizardo foi Mozar Arthur da Costa, mecânico autônomo de São Paulo. O prêmio é realizado pelo Jornal Oficina Brasil e tem o apoio das empresas Dana, Bosch Freios, Sabó e Sachs Automotive. Entre os inventos está o trabalho de Silvio Silio Neto, de Avaré, São Paulo, que criou uma bancada para montagem e desmontagem de cabeçote univeresal - um gabarito universal com posicionamento de assento das válvulas intercambiável.
Prêmio
A Olsen, concessionária Ford de curitiba, conqusitou pela segunda vez o prêmio Chirmans Award, concedido anualmente pela Ford Internacional aos seus distribuidores. A Olsen faturou o prêmio na categoria automóveis. O principal item para definir o ganhador é uma pesquisa realizada entre os clientes que aponta o nível satisfação do consumidor em relação ao seu revendedor. Marcos Olsen, presidente da empresa, diz que a revenda está no caminho certo: Sempre acreditei que uma empresa é tão grande quanto forem suas pessoas. Por isso, este prêmio é a resposta à política praticada de participação, não só das consequências, mas principalmente das decisões.
DivulgaçãoReparação
Conheça os vencedores da Eleição do Carro 100% da Reparação 98, promovida pelo jornal Oficina Brasil, especializado no setor da reparação. A segunda edição da pesquissa foi respondida por 1.500 mecânicos do Brasil. Os profissionais elegeram os melhores e piores modelos nas categorias de veículos com motores até 1.0 litro, de 1.3 a 1.5 litros, de 1.6 a 1.8 litro, acima de 2.0 litros, veículos importados e picapes. Conheça os melhores, segundo a pesquisa: até 1.0 (Gol); de 1.3 a 1.5 (Palio); 1.6 a 1.8 (Gol); acima de 2.0 (Vectra); importados (Golf); picape (Saveiro). O Gol também é o carro que o mecânico compraria hoje e a Volkswagen é a marca preferida. De acordo com Cássio Hervé, diretor do Oficina Brasil, a indústria privilegia o que o usuário valoriza, ou seja, design, desempenho, conforto e ergonomia. No entanto, são as oficinas mecânicas que criam conceitos de marca e veículos. Poucas pessoas têm condições de comprar um carro novo todos os anos. Por isso, o que vai importar é o que irá acontecer com o automóvel daqui a três, quatro anos, afirma.
Ainda na opinião de Hervé, a pesquisa mostrou a supremacia da Volkswagen. A marca é respeitada e admirada nas oficinas. Se fizermos uma pesquisa com o público final, veremos que a resposta será um reflexo do ambiente da oficina, avisa. O mesmo não acontece em relação à marca Ford. Mas Hervé acredita que é uma questão de tempo. Atualmente o consumidor considera a Ford uma marca melhor que a Fiat. Já nas oficinas, está ocorrendo o inverso. A Ford perdeu prestígio e a Fiat conquistou uma melhor imagem.
DivulgaçãoAntigos
A Mercedes-Benz iniciou este ano a fabricação de automóveis no Brasil e está patrocinando o XIV Encontro Nacional de Automóveis Antigos. O evento é bienal e será realizado de quarta a domingo - durante o feriado de Corpus Christi -, na estância hidromineral de São Lourenço, em Minas Gerais. Será um verdadeiro museu do automóvel ao ar livre. O Veteran Car Club de Minas Gerais, que está organizando o evento, também comemora 20 anos de existência. O encontro é o maior do País. Reúne colecionadores do Brasil e América do Sul e preciosidades do setor. Para este ano são esperados 30 mil visitantes e a exposição de mais de 350 veículos. Durante o evento algumas atividades estão programadas, como as provas de milha (arrancada), Mini Rallye e marcha lenta, mercado das pulgas (peças antigas), bolsa de veículos antigos (compra e venda), gincanas, concursos e shows musicais. Um dos destaques deste ano será a exposição de um grupo de Mercedes-Benz do período anterior à Segunda Guerra Mundial. Um dos modelos é o MB 370 S Mannheim Cabriolet 1931, criação de Hans Nibel, sucessor de Ferdinand Porsche como diretor técnico da Daimler-Benz.
Lucro
O lucro líquido da Toyota Motor Corp., maior fabricante de veículos do Japão, caiu 22% para 356 18 bilhões de ienes (US$ 2,87 bilhões) no ano fiscal encerrado em 31 de março. Trata-se do primeiro declínio em três anos e foi atribuído à queda da receita no Japão e outros mercados asiáticos, apesar do crescimento das vendas na América do Norte e na Europa. O lucro pré-impostos caiu 6,9% para 771,89 bilhões de ienes (US$ 6,22 bilhões), enquanto as vendas cresceram 9,2% para 12 749 trilhões de ienes (US$ 102,81 bilhões). Além do aumento das vendas na América do Norte e Europa, a adição das subsidiárias IDO Corp. e Daihatsu Motor Co. nos resultados consolidados também ajudou a elevar as vendas totais. As vendas no exterior responderam por 60,6% do total da receita, com a América do Norte perfazendo 38,2% e a Europa, 9 8%. As vendas domésticas caíram 12,6%, enquanto as exportações recuaram 5,8%, pressionadas pela fraca demanda na Ásia.





