Importados às vezes motivam a infidelidade
Com a entrada de carros importados no mercado brasileiro, algumas pessoas se sentiram atraídas pelos novos lançamentos e resolveram, mesmo sendo apaixonadas por outras marcas, experimentar a novidade.
O professor de educação física Cláudio Marques experimentou um carro da Renault e gostou. Isso aconteceu há seis anos, e agora, a Chevrolet, que era o carro do coração, ficou esquecida. Fiquei com um pouco de receio quando comprei o primeiro Renault, mas como tinha boas referências de pessoas que já tinham, apostei e gostei, conta.
Marques diz que a durabilidade da marca é um dos fatores que lhe atraem na Renault, tanto que, ele ainda tem o primeiro Renault que comprou, um R-19, modelo que era produzido em Córdoba, na Argentina. É muito difícil dar algum problema sério. O que acontece são os problemas normais. E sempre a Renault atende muito bem e tem todas as peças a pronta entrega, explica.
O professor não é o único da família apaixonado pela marca. O pai, a mãe, a irmã, todo mundo gosta do modelo francês. Da primeira experiência com Renault em 1996, até hoje, na garagem de casa não entraram mais outras marcas. Quem diz que não gosta porque é importado, é porque ainda não experimentou um carro desses. Quem testar, com certeza, é capaz de trocar de marca. Os carros são muito bons.
Marques diz ainda que o mito de que a assistência é mais cara não é bem verdade, porque, segundo ele, o tempo que um carro da Renault demora para precisar de um conserto compensa o valor um pouco mais alto das peças. As peças são um pouco mais caras, mas em compensação o carro dura muito, compara ele, que não pretende sair da Renault tão cedo. (F.O.)





