A General Motors do Brasil completou 73 anos de atividades no país na última segunda-feira. Ao divulgar recentemente seus números referentes ao ano de 1997, a empresa contabilizou produção recorde de 437.553 veículos e exportações totais de US$ 770 milhões.
A história da empresa começou em 1925, apenas 17 anos depois da fundação da General Motors Corporation, nos Estados Unidos, que se transformaria na maior indústria automobilística e também na maior empresa privada do planeta. No Brasil, inicialmente, havia apenas a montagem de veículos com peças e componentes importados dos EUA, em galpões alugados no bairro do Ipiranga, em São Paulo, com um capital inicial equivalente a US$ 270 mil e capacidade para montar 25 veículos por dia.
As operações industriais na primeira e atual fábrica, em São Caetano do Sul, na região industrial do ABCD paulista, começaram em 1928, embora a fábrica fosse inaugurada oficialmente no dia 12 de agosto de 1930. A segunda fábrica começou a operar em 1958, em São José dos Campos, na região do Vale do Paraíba, sendo inaugurada oficialmente em 1959, com a presença do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira.
As duas fábricas evoluíram muito nas últimas décadas e, hoje, se transformaram em modernos complexos industriais, com produção média diária de 2.000 veículos, compreendendo automóveis (Corsa, Kadett/Ipanema, Vectra e Omega), pick-ups (Corsa e S10) e o utilitário esportivo Blazer, além dos caminhões da marca GMC.
Antes dessa atual fase a história da GM foi marcada por automóveis de sucesso, verdadeiros best-sellers do mercado, como o Opala (lançado em 1968), Chevette (1973) e Monza (1982). Outro ciclo de veículos expressivos e modernos iniciou-se em 1992, com o Omega.
Uma nova etapa na vida da GM brasileira começou no dia 2 de dezembro de 1996, com o anúncio ao presidente Fernando Henrique Cardoso da intenção de construir, no País, três novas fábricas, uma no Estado de São Paulo, uma em Santa Catarina e outra no Rio Grande do Sul.

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