Segundo o diretor administrativo do sindicato que representa os postos no Paraná, Sindicombustíveis-PR, Jair Célio Massuchin, é ideal respeitar a capacidade do tanque de combustível, principalmente em veículos comerciais. "Encher demais o tanque pode provocar derramamento, implicando em riscos de acidentes e danos ambientais." Ele também cita que o cânister deve trabalhar sempre seco, para melhor reaproveitar os gases de evaporação do processo de combustão do motor.
Conforme Massuchin, todos os funcionários de postos de combustíveis no Estado são orientados sobre o correto modo de abastecimento dos veículos, tanto do tipo de combustível a ser inserido no tanque assim como a quantidade que o cliente deseja. "Caso o cliente opte por encher o tanque, normalmente a operação é finalizada ao primeiro desarme do bico automático das bombas de combustíveis dos postos", completa o diretor.
Ele explica que com menos combustível no tanque - menos peso -, o veículo tende a ter melhor desempenho. "No entanto, é quase desprezível este ganho."
"Para evitar ficar sem combustível e livre de infrações de trânsito, não é aconselhável andar com tanque vazio", alerta Massuchin, lembrando que veículos movidos a gás natural veicular (GNV) devem ter sempre pelo menos um quarto de combustível líquido no tanque, pois é ele quem lubrifica a bomba de combustível do automóvel. "Sua falta pode causar defeito mecânico e mau funcionamento do motor."
O diretor do Sindicombustíveis-PR reitera que, por uma questão de comodidade, é preferível sempre encher o tanque do veículo. "Sempre que for ao posto, peça para olhar a frente, examinar óleo do motor, óleo de freio, filtro de ar, água do radiador e reservatório de gasolina, para carros flex ou movidos a etanol", sugere. (M.G.)

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