Concluída! A missão da Chevrolet Flexpedition-ABS Experience, de rodar do Chuí ao Oiapoque - para ver o Brasil da janela de um Chevrolet - foi concluída pra lá do meio do mundo, ou seja, na cidade de Oiapoque, o ponto mais setentrional (ao norte) do Brasil.
Depois de sair do Chuí, no dia 25 de agosto deste ano, a expedição atravessou 18 dos 26 estados brasileiros, pela região costeira, cruzou a metade do mundo (pela linha imaginária do Equador, em Macapá) e chegou até a última fronteira brasileira, no hemisfério Norte, o Oiapoque, na divisa com a Guiana Francesa.
Foram 35 dias de estradas, nas mais imprevisíveis condições de conservação, e mais de 10 mil quilômetros, divididos em cinco etapas.
Dificuldades, estradas perigosas, calor equatorial insuportável, maratonas de até 13 horas rodando num único dia para cumprir os objetivos traçados, mas, também, belas paisagens brasileiras, agradáveis descobertas e a doce sensação de missão cumprida. A expedição que saiu do Chuí chegou ao Oiapoque. De Sul ao Norte do País em sete veículos flexpower Chevrolet: uma Zafira, um Meriva, o premiado Prisma, que saiu direto da fábrica, em Gravataí (RS), para se juntar ao grupo, um Corsa, um Vectra, um Astra e uma Montana
A agradável missão foi realizada por 53 expedicionários e jornalistas de várias regiões do País, que se revezaram nas cinco etapas, conferindo o que o Brasil tem de melhor.
Uma viagem inesquecível
A quinta e última etapa, entre Belém do Pará e o Oiapoque, foi vivenciada pelos expedicionários José Carlos Pinheiro Neto (vice-presidente da General Motors do Brasil), Humberto Gavinelli (gerente da Bosch do Brasil), pelos jornalistas Chico Lelis, Ivan de Oliveira, Marco Gomes, Marcos Copetti, João Mendes, Roberto Macedo, Luiz Eduardo Ribeiro dos Santos, Genésio de Sousa, Victor Pinto, Antonio Carlos Silva, Luiz Guerrero, Nereu Leme, Fabiano Mazzeo, Renato Luti, Pedro Danthas, Fabio Freitas e o chefe da expedição, Luiz Cezar Fanfa.
''Foi uma viagem inesquecível. Cheia de desafios e agradáveis surpresas. Visitamos locais que pouca gente conhece. Redescobrimos o Brasil a bordo de um Chevrolet carros que, aliás, foram valentes e resistentes. Não quebraram uma só vez'', disse José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motors do Brasil, um entusiasta e defensor da expedição. Tanto, que foi conferir suas qualidades pessoalmente e participar ativamente da última etapa.
No dia 25 de novembro de 2006, sábado, em Belém, capital do Pará, começou a 5 e última etapa da expedição, com uma saborosa aventura de travessia da Baía de Marajó, começando pelo rio Pará, circundando a ilha de Marajó, até sair no rio Amazonas, no porto de Santana, ao lado da cidade de Macapá. Foram 24 horas seguidas, a bordo do navio São Francisco de Paula.
O primeiro e o segundo dias dessa última etapa da expedição foram dedicados a percorrer, durante 24 horas, 600 quilômetros dos rios Pará e Amazonas, no navio São Francisco de Paula. Os expedicionários ficaram das 12 horas de sábado (25) até as 12 horas de domingo (26) no navio, onde almoçaram, jantaram e dormiram em cabinas ou redes penduradas no convés.
Na segunda-feira, dia 27, os 19 integrantes da expedição saíram em direção ao objetivo final da expedição, a cidade de Oiapoque, o ponto mais setentrional (ao norte) do Brasil, marco também reclamado por Monte Caburaí, localidade próxima.
600 km na BR-156
A marca histórica, de rodar do Chuí (extremo sul do País) até a cidade do Oiapoque (extremo norte), foi alcançada depois que os viajantes rodaram 600 quilômetros pela BR-156, que está asfaltada apenas até Tartarugalzinho (depois de cruzar o rio Macari - que foi a divisa do Brasil até 1900), cerca de 280 quilômetros. Depois, são mais 270 quilômetros de terra e outros 50 quilômetros de asfalto, antes de chegar no Oiapoque.
De Macapá ao Oiapoque foram 10 horas de viagem, nos sete carros Chevrolet Flexpower (um Vectra, uma Zafira, um Meriva, um Astra, um Corsa e uma Montana) e o Prisma que, valentemente, se juntou ao comboio em Belém, vindo diretamente da fábrica da General Motors, em Gavataí (RS).
Do Oiapoque, a equipe retornou a Macapá, e depois voltou para seus locais de origem, encerrando a aventura da Chevrolet Flexpedition-ABS Experience 2006.
A equipe da expedição percorreu os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará e Amapá, nas cinco etapas.

CUSTO DA VIAGEM
- Uma viagem como a Flexpedition-ABS Experience, considerando cinco semanas de deslocamentos, num total de 10.000 quilômetros rodados, para duas pessoas, dividindo um quarto de hotel ou pousada, teríamos os seguintes gastos:
- Gasolina para os 10.000 km, com gasto médio de 8 km por litro, que daria um total de 1.250 litros ao preço de 2,80 por litro, teríamos um total de R$ 3.500,00.
- Hospedagem para 35 dias, com preço médio de R$ 100 por diária, teríamos um total de R$ 3.500,00. Alimentação para duas pessoas sairia por volta de R$ 2.800,00. Transporte em balsas, mais passeios e pedágios, outros R$ 1.800,00.
- Tudo isso daria um total geral, sem qualquer imprevisto como mecânicos e borracheiros, de R$ 11.600,00, mais o retorno do veículo outros R$ 3.000,00.

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