Além do ‘start-stop’, outros dois sistemas estão cotados para equipar os automóveis brasileiros a partir de 2007. O Flex-Start, que elimina a partida a frio nos carros bicombustíveis, aposentando o tanquinho extra para gasolina é o primeiro deles. Além da Bosch, a Magneti Marelli também está desenvolvendo um componente com a mesma função.
  Em ambos os equipamentos, há um aquecimento do álcool antes de ele chegar à câmara. No caso da Bosch, foram criadas peças exclusivas, como novas válvula injetora e vela de ignição, além de uma central eletrônica diferente.
  No sistema da Magneti Marelli, batizado de ECSS (Ethanol Cold Start System), o aquecedor é integrado ao conjunto de injeção do motor. Quando a central eletrônica identifica que se está usando álcool, ele esquenta o combustível antes de injetá-lo no coletor de admissão. O problema maior do sistema é o custo, que dificulta as negociações com os fabricantes de carros.
  Outro equipamento bem mais próximo da realidade para os motoristas brasileiros é o sistema de navegação por satélite, conhecido por GPS. Bastante difundido na Europa e no Japão, o navegador usa o GPS e uma tela digital com mapas e/ou comandos de voz para orientar o motorista sobre os caminhos que se tomar para chegar num lugar ou cidade predeterminada. Os fornecedores dizem que, havendo interesse das fábricas de carros, o equipamento pode chegar rapidamente aos modelos nacionais.
  Neste caso, o principal entrave é a atual legislação de trânsito brasileira, que proíbe monitores de imagem próximo do motorista.

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