Fiat lidera mercado em outubro
PUBLICAÇÃO
domingo, 10 de novembro de 2002
Da Redação 
A Fiat foi a líder de vendas no varejo em outubro, com 26,3% de participação no mercado, segundo o balanço da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O segundo lugar ficou com a Volkswagen (25,6%), seguida da GM (25%) e Ford (10,3%). Em quinto lugar ficou a Renault (3,4%), com a Peugeot (3,1%), Toyota (2,4%), Honda (2%) e Audi (1%) nas posições seguintes.
Se forem consideradas as vendas de automóveis e comerciais leves, a marca italiana também lidera, com 25,6% do mercado, seguida de perto pela Volkswagen (25,1%) e com a GM na terceira colocação (23,6%). A Ford ficou em quarto (8,9%), a Renault (4,4%) em quinto, a Peugeot (3,3%) em sexto e a Toyota (1,7%) em sétimo. Citroën (1,6%), Honda (1,5%), Mitsubishi (1%) e as demais marcas (3,2%) completam a lista.
No atacado - da fábrica para as concessionárias - a GM lidera, segundo dados da Anfavea, com 37.769 unidades vendidas. Em segundo lugar ficou a Fiat, com 34 mil veículos vendidos, seguida da VW, que registrou a venda de 33.992 automóveis e comerciais leves mês passado. A Ford fecha outubro com 14.894 unidades vendidas, seguida da Renault (5.787), Peugeot (3.420), Toyota (2.950), Honda (2.539), Mitsubishi (1.354), Mercedes (1.024), Audi (892), Citroën (705), Nissan (631), Land Rover (143), Chrysler (25), Seat (19), Alfa Romeo (17) e Lexus, que vendeu um carro em outubro.
Os veículos ''populares'' apresentaram redução em sua fatia no mercado em outubro em relação ao mês anterior. O volume de automóveis com motor 1.0 comercializado no varejo alcançou 70.972 unidades no mês passado. Apesar do crescimento de 1,3% nas vendas, o total comercializado equivale a uma participação de 65% no mercado, ante um market share de 68,3% dos ''populares'' em setembro.
Os ''não populares'', em contrapartida, tiveram sua fatia aumentada de 31,7% (32.481 unidades) para 35% (38.244 veículos) em outubro. A mudança no mercado é resultado das alterações no mix de produção das montadoras, incentivadas pela redução em agosto do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), mais significativa no segmento dos automóveis com motorização acima de 1.0 litro e abaixo de 2.0 litros.


