A Fiat, que negocia uma parceria com a Chrysler, pode assumir as operações da General Motors na Europa (Opel/Vauxhall) e América Latina. Se confirmado o acordo, a montadora italiana se tornaria o segundo maior grupo automotivo do mundo, atrás apenas da Toyota. Com essas marcas unidas ao grupo Fiat, seriam produzidos 7 milhões de carros por ano. No ano 2000, a GM adquiriu 20% das ações da Fiat e poderia ter comprado 100% do grupo italiano, mas a negociação não aconteceu porque a montadora norte-americana não tinha dinheiro.

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