Falta direção hidráulica na
versão com motor de 1 litro
A primeira impressão ao se dirigir o modelo é a ausência da opção de direção hidráulica na versão equipada com motor 1.0. O problema deve ser resolvido em breve, de acordo com Daniel Cavé, diretor de marketing da montadora: ‘‘Se o mercado pedir esse recurso, ele terá. É só uma questão de tempo. O mesmo deve acontecer no caso dos clientes solicitarem uma quarta porta do lado esquerdo’’, afirma.
As duas opções de motor são as mesmas disponíveis no novo Clio. Ambos são transversais, com quatro cilindros em linha e cabeçote de liga leve. Contam com injeção eletrônica multiponto sequencial, ignição eletrônica e coletores de admissão de ar (plástico), com dutos longos. Isso permite um razoável nível de torque em baixa rotação e reduzido consumo de combustível.
O motor D7D de 1.0 litro gera 59 cv a 5.550 rpm e rende 8,3 kgfm de torque a 4.250 rpm. Mas 90% de seu torque está disponível a partir das 2.500 rpm. Segundo o fabricante, com esse propulsor o Kangoo faz 12,72 km/litro na cidade e atinge 16,67 km/l na estrada.
A opção mais potente é o motor de 1.6 litro (chamado de K7M), que desenvolve uma potência máxima de 90 cv a 5.250 rpm e atinge um torque máximo de 13,5 kgfm a 2.500 rpm. É produzido na Espanha e abastece as fábricas na Argentina e no Brasil. De acordo com os testes de fábrica, com esse componente o veículo faz 11,09 km/litro na cidade e chega aos 13,86 km/litro na estrada.
O sistema de freio do Kangoo tem duplo circuito hidráulico, em formato de ‘‘X’’ e mais os discos ventilados nas rodas dianteiras e tambores nas rodas traseiras.