Escolha certa depende de pesquisa detalhada
Quando decidiu comprar o primeiro carro, a farmacêutica Maria Juliane Beraldo, pesquisou as diversas formas de parcelar o valor do bem. Como já tinha um dinheiro guardado para dar de entrada no negócio, e precisava do automóvel, ela optou pelo financiamento. ''Fazia tempo que estava pesquisando. Tinha o dinheiro da entrada e dei sorte de encontrar uma promoção de uma concessionária que oferecia um juro mensal de 0,45%'', lembrou Juliane, que comprou um Celta, no mês de julho.
Além dos juros não estarem muito altos, a farmacêutica preferiu o finaciamento pois não queria ficar esperando pelo automóvel, como certamente aconteceria se ela escolhesse o consórcio, frisou. ''Também não queria uma dívida de quase 60 meses. Parcelei o restante do valor do carro em 24 vezes para terminar de pagar bem rápido. Não me arrependo, mesmo que os juros fossem um pouco mais altos eu optaria por essa linha de crédito'', garantiu, Juliane.
O comerciante Wagner Arjona preferiu comprar o segundo carro da família através de consórcio. Em agosto passado, depois de ter pago 36 meses de uma carta de crédito de R$ 49 mil - mais da metade das parcelas do contrato - ele foi contemplado. ''Como eu não precisava do carro essa foi a melhor alternativa. Eu não conseguiria guardar esse dinheiro se realmente não tivesse a obrigação'', afirmou. Essa foi a terceira vez que Arjona comprou um veículo através de consórcio.
Mesmo sendo um cliente ''fiel'' desse sistema de crédito, o comerciante contou que pesquisou entre as financeiras da cidade para saber se seria vantajoso comprar o bem através de financiamento. ''O veículo que eu comprei ficaria quase 30% mais caro pelo financiamento. Não pensei duas vezes, o consórcio era a melhor opção pra mim'', disse. Com o dinheiro que recebeu quando foi sorteado, Arjona comprou uma Zafira.





