Enfim, Ford lança o Fiesta sedã no Brasil
PUBLICAÇÃO
domingo, 02 de dezembro de 2001
Da Redação 
Demorou, mas enfim, chegou. Esperado desde o começo do ano, a versão sedã do Fiesta foi lançada na última semana no Brasil. O carro chega para disputar mercado com GM Corsa e Renault Clio sedãs, além do Fiat Siena. (Veja quadro comparativo abaixo)
O Fiesta sedã, na prática, só diferencia-se da versão hatch pelo porta-malas saliente na traseira. Com quatro portas, o motor é o mesmo: um Zetec RoCam de 1.0 litro ou 1.6 litro.
Com motor 1.0, de 65 cv de potência, o carro é capaz de atingir a velocidade máxima de 152 km/h, com consumo de 11,1 km/l no ciclo urbano e 16,9 km/l no ciclo estrada, segundo a Ford. O modelo com motor 1.6, de 95 cv de potência, acelera de 0 a 100 km/h em 12,6 segundos e alcança velocidade máxima de 180 km/h, com consumo de 10 km/l na cidade e 14,1 km/l em circuito rodoviário.
A principal alteração de desempenho registrada em relação ao modelo hatch consiste na melhor eficiência aerodinâmica. Por isso, o Fiesta sedã atinge velocidade final maior, devido ao desenho da traseira que modifica a curva do vento e favorece a aerodinâmica.
Na traseira, o porta-malas não é o maior da categoria, mas pode acomodar até 400 litros de bagagem. As grandes lanternas traseiras destacam as linhas traseiras do modelo, que conta ainda com pára-choques envolventes na cor do veículo.
Outra boa característica do Fiesta sedã é o espaço interno. O modelo da Ford oferece a maior distância entre-eixos da categoria (2,48 metros), ou 40 milímetros maior que o Fiesta hatch.
A Ford começa a vender o Fiesta sedã a partir deste mês pelo preço inicial de R$ 19.900 (motor 1.0). A versão 1.6 varia de R$ 22.900 (básica) até R$ 27.098 (completa).
O Fiesta sedã foi lançado inicialmente na Índia em 1999, com o nome de Ford Ikon. Atualmente, é produzido também na África do Sul e no México. Na Índia, ele é equipado com os motores 1.3 e 1.6 a gasolina, além de uma versão 1.8 a diesel.
O modelo que chega ao Brasil vêm importado do México, onde é produzido desde o ano passado. Passou por adequação no Campo de Provas da Ford em Tatuí, no interior de São Paulo, para utilizar o combustível nacional, com adição de álcool, e aguentar as estradas esburacadas do País.


