Para muitos, comprar um carro usado ou semi-novo ainda é o melhor negócio. Mas também pode ser um grande transtorno, se alguns cuidados não forem tomados. Avaliar bem as condições de lataria, pneus, desgaste de alavanca de câmbio e volante, além do funcionamento do motor são medidas básicas, mas não dizem tudo sobre um veículo.

Já imaginou comprar um carro e depois, na hora de revender, descobrir que ele foi clonado ou até mesmo roubado e sofreu adulterações de identificação? Para descobrir irregularidades como essas, o ideal é procurar o serviço de vistoria cautelar de veículo.

Foi o que fez o comerciante Alicio Batista Paiva quando resolveu comprar uma camionete Chevrolet S10 usada, há três anos. Ele só não imaginava que teria que fazer três tentativas até encontrar um carro que não apresentasse irregularidades.

Paiva conta que com o primeiro veículo, a negociação com a loja já estava quase fechada, até que ele fez uma exigência que surpreendeu o vendedor. ''Falei: 'pode ser esse valor, mas eu quero que o carro passe por uma vistoria. Se estiver tudo certo eu pago, caso contrário fica por conta de vocês.''

De acordo com o perito Weslley Danciguer, da Terceira Visão Vistorias e Perícias, a empresa realiza mais de 500 vistorias por mês e em cerca de 25% delas são identificadas irregularidades. ''Adulterações de chassi e motor são as mais comuns. No caso dos chassis, por exemplo, já conhecemos os padrões dos números e analisamos se há algo diferente'', afirma.

Leia mais na matéria do repórter João Fortes

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