Seja dirigindo carro ou caminhão, todas as mulheres contatadas pela reportagem da FOLHA tem um pensamento em comum quando o assunto é o trânsito londrinense. Falta educação, independente do sexo do condutor.
As motoristas de caminhão Erlete Aparecida e Marilene Oliveira são enfáticas ao comentar sobre o pior de seus problemas durante o serviço: o estacionamento nas ruas para realizar a carga e descarga. ''As pessoas não entendem e acabam sempre dando uma 'paradinha rápida' nesses locais específicos. Como só podemos executar essa tarefa das sete da manhã ao meio dia, fica complicado para a gente. É preciso que aumente os espaços para a carga e descarga na cidade'', reivindica Erlete.
Para a taxista Teruko Oshiro, a falta de respeito de uns com os outros acaba ''atravancando'' o fluxo nas vias. ''Para ser respeitado, você tem que respeitar. Esperar uma pessoa sair da vaga, dar preferência... O problema é que ninguém se importa, os motoristas aceleram ou andam devagar em momentos que não devem'', finaliza Oshiro. (V.L)

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