Drag Star passa a ser fabricada no Brasil
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sábado, 22 de fevereiro de 2003
Da Redação 
A Yamaha do Brasil tomou uma atitude há muito tempo aguardada pelos amantes das motos custom, também conhecidas como estradeiras: nacionalizou a Drag Star XVS 650. Com isso, deixou o preço da moto mais atraente e mais acessível. Pela tabela da Yamhaha, a moto custa R$ 21.985, um valor bem menor do que o anterior - de cerca de 13 mil dólares (R$ 45.500).
Apesar de brasileira, a Drag Star continua com a mesma mecânica. Traz o potente motor, o tamanho avantajado, o guidão alto e largo, tanque e banco generosos, além de largos pneus, entre outros itens.
A chegada da Drag Star aposenta de vez a Virago XV 535 (que já não atendia mais à norma de emissão de poluentes, assim como a 250 S, a Viraguinho, outra que desaparece do mercado, sem substituta).
O modelo, produzido em Manaus, está disponível nas cores preta e prata. O motor da Drag Star é um quatro tempos bicilíndrico em ''V'', refrigerado a ar e que desenvolve 40 cavalos de potência a 6.500 rpm. Esse propulsor possui o denominado Air Induction System, que segundo a Yamaha reduz os níveis de emissão.
Mais interessante no desempenho é seu torque de 5,19 mkgf aos 3.000 giros, privilegiando as retomadas, outra exigência do público consumidor de uma custom - vai bem nos 120 km/h das estradas e, nas baixas velocidades, não exige tantas trocas de marchas. A Yamaha, assim como quase todos os concorrentes, não anuncia a velocidade máxima. Ela não foi feita para o congestionado trânsito da capital, pois é larga demais.
O velocímetro, diferente da maioria, não fica no guidão e sim sobre o largo tanque, com capacidade para 16 litros de gasolina. Traz velocímetro - indica até 180 km/h - e hodômetros total e parcial, além de quatro luzes espias.


