Dakota esbanja no estilo e conforto
O estilo é o principal argumento de venda da picape Dodge Dakota, produzida pela Chrysler na linha de montagem da empresa instalada em Campo Largo, região Metropolitana de Curitiba. O maior destaque é o apelo visual. A grade dianteira, a curvatura do vidro do pára-brisa, em conjunto com as laterais curvas, harmonizam e integram a cabine com a caçamba.
O modelo é baseado em sua irmã mais velha, a Dodge Ram, e lembra as tradicionais picapes americanas. De acordo com Antônio Carlos Megale, gerente de Planejamento de Produto - Dodge, o desenho da Dakota assemelha-se ao da Ram, mas conserva uma identidade própria. O capô é mais baixo do que o da Ram, mostrando a mesma imagem nostálgica. A grade frontal começa no capô e termina na depressão do pára-choque dianteiro, conferindo unidade ao conjunto, explica Megale.
O produto está disponível nas opções de cabine simples ou estendida (Club Cab), com
duas versões de acabamento: básica e Sport. O veículo está sendo comercializado com três opções de motor - o propulsor de 4 cilindros e 2.5
litros turbo-diesel passou a equipar o modelo no final do ano passado -, todas com câmbio manual: 4 cilindros de 2.5 litros e V6 de 3.9 litros, os dois a
gasolina.
A versão de cabine simples tem preço sugerido ao público de R$ 24.835 (motor 2.5 litros). Com ar-condicionado o preço sobe para R$ 27.400. A opção de cabine simples com motor V6 de 3.9 litros custa R$ 33.675. Com cabine estendida será vendida por R$ 36.270. O motor turbodisel na versão Sport será comercializado pelo preço de R$ 43.115.
O comprimento da caçamba é de 2,08 metros e a capacidade de carga é de 1.000
kg. Para rodar em nossas estradas, o chassi e a suspensão foram reprojetados, ganhando em resistência e durabilidade, se comparada com as versões norte-americanas.
O motor Magnum 2.5 l, 4 cilindros equipa a versão básica do modelo, gerando 121 cv a 5.200 rpm e torque de 20,1 kgfm a 3.250 rpm. Os números fornecidos pelo fabricante apresentam um consumo de 8,5 km/l na cidade e 10,6 km/l na estrada.
O propulsor Magnum 3.9 l V6 é apresentando com ângulo de 90 graus entre os pistões opostos e injeção eletrônica multiponto sequêncial. Desenvolve a potência máxima de 177 cv a 4.800 rpm ou torque de 31,1 kgfm a 3.200 rpm. O consumo de combustível apresentado pelo fabricante é de 6,8 km/l no trânsito urbano ou 9,3 km/l na estrada.
A Folha Carro & Cia avaliou a versão de cabine estendida equipada com motor V6 de 3.9 litros.
Merece destaque o baixo nível de ruídos. A embreagem de acionamento hidráulico torna o pedal leve, facilitando a maciez e precisão dos engates. Mas o curso do câmbio é um pouco longo.
O interior é espaçoso e confortável. No item segurança a picape oferece cinto de segurança de três pontos, barras de proteção lateral, deformação programada da carroceria por computador e freios ABS nas rodas traseiras.
Fica a desejar a posição dos espelhos retrovisores, que criam vários pontos cegos nos cruzamentos de ruas e avenidas. O modelo já é o terceiro mais vendido entre as picapes médias.A picape Made in Paraná já é a terceira mais vendida entre os modelos médios do mercado
Paulo Wolfgang
A Dakota terá três tipos de motor e duas versões de acabamento: simples e Sport, com preços entre R$ 24.835 mil e R$ 43.115
O desenho do modelo é baseado na Dodge Ram, sua irmã mais velha
O veículo é comercializado com duas opções de cabine, simples e estendida
O banco traseiro tem cintos laterais de três pontos e o central e sub-abdominal
O volante é regulável em altura
O motor 3.9 tem potência de 177 cv
Detalhe indentifica motor
Detalhe da marca Dakota
Samuka Lopes





