O ônibus que está sendo levado às cidades para testes foi fabricado na Suécia. O presidente da Volvo Bus Latin America, Luis Carlos Pimenta, diz que a expectativa é que o ônibus comece a ser produzido no País com um investimento de R$ 30 milhões. ''O interesse é ter não só transferência de tecnologia para o Brasil, mas que Curitiba vire central de produção para a América Latina'', afirma.
Ainda segundo o presidente, não há como definir o preço desses veículos porque sua produção ainda não começou, mas estima-se que seja 50% mais caro que os ônibus convencionais. ''Esse valor se paga em mais ou menos seis anos, por conta de o consumo de combustível ser menor. Mas esse custo vai cair à medida que a produção em série começar'', ressalva Pimenta.
Com a Copa do Mundo chegando, as expectativas da empresa crescem. Os corredores exclusivos para ônibus nas 12 cidades-sede da Copa de 2014, excluindo São Paulo, deverão demandar 4 mil novos veículos pesados, estima Pimenta. ''Se incluir São Paulo esse número dobra'', avalia. Desse volume, a Volvo espera abocanhar uma fatia de 40%. Na Europa, já foram vendidas 150 unidades do ônibus. (M.F.C.)

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