Curiosidades sobre as transformações
- A cabine parte de uma original (a de menor tamanho, sem leito). Ela já vem da linha de montagem da fábrica sem os estofamentos, o painel etc. Depois, há um trabalho na equipe de competição, especialmente no assoalho, para fazer o rebaixamento da cabine, para que o motor possa ''avançar'' dentro do habitáculo do piloto, a fim de ganhar melhor centro de gravidade para o caminhão de competição. Por fim, são instalados os itens de segurança da FIA, como a ''gaiola'' formada por barras de aço, o chamado ''santantonio'' (que dá o suporte em casos de acidente).
- Corre-se com rodas de liga leve (de alumínio) na dianteira e de aço na traseira (como no original). O pneu, por regulamento, é o mesmo do original, sendo apenas lixado para ter maior aderência na pista seca. Na chuva, os caminhões correm com o mesmo pneu de rua.
- Motor: o original tem cerca de 320 cavalos. Para a competição, ele é todo trabalhado para elevar a cilindrada de 8,3 litros para 9,2 (o limite de regulamento para os caminhões Volkswagen). Com desenvolvimento de outras partes (como na eletrônica e no incremento do turbo), ele chega a atingir a marca de 950 cavalos de potência.





