- Diferente do Salão do Automóvel de São Paulo, em Detroit, a única diversão para o público são os automóveis. Não há espaços especiais e nem shows voltados para o entretenimento do publico.
- A maioria dos carros expostos contam com uma placa detalhando as especificações técnicas do modelo, os itens de série, opcionais e o preço de venda.
- Também na mesma placa, há os números de consumo médio de combustível (cidade e estrada) e o custo médio estimado de gasto anual, que gira entre US$ 1.100 a US$ 1.400. A aferição dos números é feita por um órgão governamental dos EUA (www.fueleconomy.gov)
- Muitos dos carros americanos contam com botões numerados nas portas, que possibilitam abrir o carro sem as chaves mediante a uma senha.
- A apresentação dos carros para a imprensa e um verdadeiro show de imagens, som e até dança. Há uma parafernália de aparelhos eletrônicos espalhados pelos estandes. A produção, em alguns casos, começa seis meses antes do evento.
- A preferêrncia dos consumidores é por carros grandes, como sedas, vans e utilitários-esportivos. Outra opção é pelo câmbio automático. Apenas os esportivos contam com transmissão manual de marchas.
- Em Detroit, os mapas de localização dos estandes do evento são acessíveis através de computadores, instalados estrategicamente em ''ilhas'' espalhadas pelo salão.
- Os americanos pagam 12 dólares para visitar o salão. O preço do galão de gasolina (que equivale a 3,7 litros) custa em média, em Detroit, US$ 1,40. Ou seja, o preço do litro chega a US$ 0,37, o que no Brasil seria R$ 1,29. É realmente barata, já que o salário médio do americano gira em torno dos 4 mil dólares mensais. Vale lembrar também que a qualidade do combustível americano tambem é de ótimo nível.
- Um acidente, na véspera da abertura do Salão para a imprensa, causou a morte de duas pessoas e a destruição completa de um carro conceito que estava sendo transportado para Detroit. O modelo, um Dodge Magnum SRT-8, teve que ser trocado de última hora por uma versao mais antiga e menos acabada do mesmo protótipo.
- Em 2002, foram vendidos nada menos do que 17,1 milhões de veículos (no Brasil, no mesmo ano, foram vendidos apenas cerca de 1,5 milhão de unidades). A líder do mercado é a GM, seguida da Ford e pela DaimlerChrysler.
- O veículo mais vendido nos EUA é uma picape, a Ford F-150, que foi remodelada na mostra. E como segundo segmento mais procurado, o de utilitários-esportivos, aparece o Ford Explorer. O preço médio dos carros grandes gira em torno dos US$ 20 mil. O Ford Focus, nos EUA, é considerado um carro pequeno.
- Os cerca de 6 mil jornalistas de todo o mundo que estarão fazendo a cobertura da 87º edição do Salão de Detroit contam com uma estrutura excepcional. Há salas adicionais reservadas para o envio de material, outras exclusivas para entrevistas com os executivos das marcas, acesso à internet rápida, mesas para conexão de computadores portáteis, 40 computadores, agências de imagens e notícias, além de uma central para edição de imagens digitais.
- O Volvo XC 90 e o pequeno Mini foram eleitos, respectivamente durante o Salão, como o utilitario-esportivo (Truck of the Year) e o carro do ano (Car of the Year), pela imprensa especializada norte-americana.

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