A produção do Maverick teve fim em 1979. "Com a chegada da crise do petróleo, ao final da década de 1970, começou a busca por carros mais econômicos", ressalta Leonardo Almeida, do Maverick Clube de Curitiba.
A Ford acabou por substituir o velho motor seis cilindros pelo novo 2.3 de quatro cilindros. Essa opção, que acabou dominando o mercado, também foi estendida ao GT, restando ao V8 a fama de "beberrão", que perdura até os dias de hoje.
No entanto, como todo clássico, a história do Maverick continua forte, com fãs de todas as idades. "Ele segue cobiçado por jovens e idosos como símbolo de potência e beleza que não mais encontramos nos modelos desenvolvidos pelas montadoras nos dias de hoje", finaliza Almeida. (C.F.)

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