Imponente e cheio de classe, o Chevrolet Bel Air é um dos modelos que melhor representa esse período dos anos dourados, sendo capaz de encher os olhos das pessoas por onde passa. O contabilista José Ancioto Neto pode comprovar o poder do carro, já que há 10 anos tem um exemplar na garagem.

Comprado em Cambé, o Bel Air, 53, precisou de quase dois anos para ser restaurado. Na cor verde metálico com o teto branco, o veículo mantém o máximo de sua originalidade. Conta com motor seis cilindros em linha, câmbio com três marchas mais a ré e o sistema de freio à tambor. ''Comprei o carro em 2002. Câmbio e motor nunca precisaram ser abertos nem na restauração'', garante.

Rico em detalhes em metal, que exaltam o nome do automóvel e do fabricante, o Bel Air também se destaca por seu espaço interno. Ancioto Neto diz que já transportou até oito passageiros. O porta-malas também não deixa a desejar, o que transformou o veículo em um objeto propício para viagens confortáveis.



Confira mais informações na matéria do repórter Vinícius Fonseca

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