"Mais modelos aderiram ao programa e muitos deles com tecnologias novas embarcadas, como injeção direta e até o start stop, sistema que desliga o motor de forma instantânea quando o carro encontra-se sem movimento. Houve uma melhora de 3% na média dos consumos dos veículos A subcompactos em relação ao ciclo 2013. Hoje, 70% dos veículos declarados (ou participantes do PBEV) devem ter a etiqueta nos vidros. A expectativa é que, em 2017, 100% dos veículos declarados tenham a etiqueta", explicou Alfredo Lobo, diretor de Avaliação da Conformidade do Inmetro, lembrando que um das novidades é que o consumidor também terá informações da emissão de gases poluentes desses veículos.
"Além das emissões de CO2 (gás de efeito estufa) de origem fóssil não renovável, estão disponíveis na tabela do PBEV os dados de emissão de gases poluentes (hidrocarbonetos, monóxido de carbono e óxido de nitrogênio) do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) do Ibama, e as estrelas que classificam estas emissões, contemplando com até três estrelas os modelos que emitem menos e uma estrela para os que emitem mais. Agora, o consumidor poderá escolher o caro mais eficiente e o menos poluente ou mais limpo", explica Lobo.

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