A lista dos "beberrões" traz, em sua maioria, veículos premium, sedãs ou SUVs, abastecidos apenas com gasolina. No entanto, há espaço para o monovolume Idea 1.6, da Fiat, que com transmissão manual faz 6,8 km/l na cidade e 8 km/l na estrada, com etanol, e 9,9 km/l e 11,5 km/l com gasolina. O Bravo, também da Fiat, é outro que figura entre os de menor economia, com índices de 6,4 km/l e 7,5 km/l, com etanol, e 8,9 km/l e 10,9 km/l com gasolina (versões Essence, Absolute e Sporting com transmissão manual).
Depois, começam a aparecer modelos da Volvo, BMW, Audi e Mercedes-Benz, além de Jeep e Jaguar, que "bebem" apenas gasolina. O V60 3.0, da Volvo, registra nada confortáveis 6 km/l e 8,6 km/l. Q5 2.0 e Q7 3.0, da Audi, entregam 7,1 km/l e 8,5 km/l, e 6,7 km/l e 7,9 km/l, respectivamente. O Mercedes S63 AMG 5.5 marca exíguos 6,3 km/l e 9,3 km/l. Resultado quase equiparado ao do Jaguar XJ 3.0 Portfolio, com 6,5 km/l de consumo urbano e 10,2 km/l rodoviário. A gigante Grand Cherokee também aparece com seus mínimos 5,9 km/l e 7,7 km/l, com gasolina. Para fechar, Range Rover Sport entrega 4,9 km/l e 7,3 km/l, em sua versão 5.0.
Rolls Royce, Chrysler e Maserati também têm modelos entre os de maior consumo, mas, convenhamos, quem compra um carro assim não está muito preocupado com economia. (C.F.)

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