O que acontece, por conta do alto custo do xenon, é motoristas fazerem a adaptação da lâmpada no farol comum do seu carro. Tira a convencional, halógena, e coloca a de xenon. ''Isso é proibido'', avisa Giovani Barros, engenheiro da Magneti Marelli. ''Embora a lâmpada encaixe, o farol precisa ser projetado para o xenon. A pessoa muda a lâmpada, mas o projeto original foi feito para o convencional. Com isso, o farol não vai ter o comportamento adequado, causando ofuscamento em pedestres e outros motoristas'', justifica.
Além disso, a lâmpada precisa ser homologada pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), que estabelece a temperatura e características fotométricas (dimensional e a quantidade de lúmem) do produto. O engenheiro observa que, muitos fabricantes, acabam vendendo a lâmpada com o anúncio de homologação baseado apenas em um único requisito, o que não é permitido. (M.F.C.)

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