Como dirigir em vias esburacadas sem estragar os pneus?
Os problemas com os buracos ocorrem com maior frequência em vias onde o nível da água não está tão alto. Uma das recomendações é evitar passar por trechos onde o nível da água esteja na altura do centro da roda ou acima. Se não houver alternativa, o motorista deve passar pelo alagamento devagar, em primeira marcha, sem tirar o pé do acelerador (para que a água não seja aspirada pelo escapamento, o que pode danificar seriamente o motor), e longe dos ônibus e caminhões, já que as ''marolas'' levantadas por esses veículos são suficientes para fazer o carro flutuar ou até ser arrastado. Com tempo seco, ao se deparar com uma cratera à frente e não dispor de tempo para evitá-la, o motorista deve apenas tirar o pé do acelerador e manter o volante firmemente em linha reta, sem frear, evitando que a frente do carro abaixe e torne o impacto ainda maior. Se ao passar pelo buraco, seja em um trecho alagado ou não, o motorista perceber uma pancada seca em uma ou mais rodas, ou em outro ponto inferior do veículo, deve conduzi-lo até um lugar seguro para avaliar se houve algum dano aparente nos pneus, rodas, suspensão ou cárter do motor, principalmente. Em caso de vazamento de óleo ou de água, a recomendação é manter o veículo desligado e removê-lo até uma oficina. Depois de cair em um buraco, mesmo que não perceba qualquer estrago aparente ou que o carro esteja ''puxando'' para um dos lados, a recomendação é que o veículo seja levado até uma loja especializada para conferir o alinhamento e o balanceamento das rodas, além de uma inspeção minuciosa na parte inferior da carroceria e do motor.
Equipe Bridgestone





