A Comissão Européia deu sinal verde à fusão das indústrias automobilísticas Chrysler (EUA) e Daimler-Benz (Alemanha), anunciou quinta-feira um de seus porta-vozes. Essa fusão só terá uma incidência ‘‘menor’’ no mercado automobilístico por causa da ‘‘força’’ dos competidores da Daimler-Benz e Chrysler, precisou o porta-voz.
Daimler-Benz e Chrysler anunciaram, no início de maio, seu projeto de fusão, que dará o nascimento no final deste ano ao número três mundial do automóvel, atrás dos norte-americanos General Motors e Ford.
A nova entidade, que se chamará DaimlerChrysler Aktiengesellschaft, terá um volume de negócios de 234 bilhões de marcos (130 bilhões de dólares), segundo os balanços de ambas empresas do exercício 1997, assim como 420.000 assalariados em todo o mundo.
DaimlerChrysler será propriedade da empresa alemã em 57%, e o resto pertencerá à Chrysler. A fusão foi avaliada em 166 bilhões de marcos (92 bilhões de dólares), e é a mais importante do gênero na história da indústria.
Graças a sua união, os sócios calculam que pouparão em custos totais cerca 1,4 bilhão de dólares em 1999, e 3 bilhões de dólares por ano durante os anos seguintes.

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