Depois da invasão oriental no mercado brasileiro nos últimos anos - Honda, Toyota, Nissan, Mitsubishi, Hyundai, Kia, Chana, CN Auto, Mahindra, Effa, Ssangyong, Subaru e Suzuki -, em julho será a vez da Chery, a terceira maior montadora chinesa, desembarcar por aqui. A porta de entrada da Chery no Brasil será por meio do Tiggo, um SUV 4x2 de porte médio, com motor 2.0 de 137 cv e transmissão mecânica, equipado com air bag duplo, ABS com EBD, som com MP3 e entrada USB, faróis auxiliares, trio elétrico, direção hidráulica, ar condicionado e rodas de liga leve.
O Tiggo ''brasileiro'' será importado da fábrica da Chery em Montevidéu, no Uruguai. A montadora ainda não divulgou o preço oficial do veículo, que deve custar cerca de R$ 49 mil. Vai concorrer diretamente com a Ecosport e outros SUVs do segmento dos compactos.
Depois da entrada do Tiggo, a Chery vai preparar as entradas, até o final de 2009, de outros três modelos no País - QQ3 (um compacto de motor 1.1), Face (monovolume com motor 1.3) e A3, este sem nome definido no Brasil. Todos os veículos terão garantia de três anos.
Para colocar o Tiggo e posteriormente os outros veículos no mercado brasileiro, a Chery já conta com 25 concessionárias instaladas nas capitais e principais cidades das regiões Sul e Sudeste. A meta inicial é vender 2,5 mil unidades do Tiggo até o final do ano e 10 mil unidades de todos os veículos em 2010.
A Chery, que pertence ao governo da província de Anhui, investirá US$ 35 milhões para entrar no Brasil, com apoio do Grupo JLJ, uma das maiores empresas no ramo de alimentação para escolas, com sede em Salto (SP). Segundo o CEO da operação Chery no Brasil, Luis Curi, uma fábrica brasileira da montadora chinesa está em seus planos de curtíssimo prazo. A implantação aconteceria até 2012.

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