O Classic, que um dia já foi Corsa, continua a surpreender. O modelo, apesar das linhas defasadas, ainda consegue agradar a vários consumidores e se manter insólito no ranking de vendas da montadora. Tudo isso graças a um grande apelo: o custo/benefício. Além de oferecer um amplo espaço no porta-malas, traz outros acessórios e um preço pra lá de tentador se comparado a outros veículos menores, como o Celta, Fox, Clio, Ka e Palio.
Mantendo este atrativo, o sedã compacto mais barato do mercado ganha um novo argumento para se manter vivo no mercado (vale ressaltar que o Classic ainda vende mais que o 'novo Corsa' lançado em 2002): o motor 1.0 bicombustível. A novidade promete dar um bom fôlego ao modelo, que mesmo com a chegada do Celta Sedan - prevista para o segundo semestre deste ano - deve continuar a fazer parte do portfólio de produtos da Chevrolet.
O motor 1.0 Flexpower é o mesmo adotado pelo Celta e pelo Corsa. Gera 70 cv (com gasolina) e 72 cv (com álcool). A versão 1.6 de 92 cv continua a ser fabricada, mas sem a opção de flex. São três as versões de acabamento: 'Life', 'Spirit' e 'Super'.
Outra novidade para aumentar ainda mais a autonomia do modelo foi a adoção de um novo tanque de combustível com maior capacidade, passando de 46 para 47,8 litros. Com isso, a autonomia do Classic VHC Flexpower pode chegar a 851 km (gasolina) e 612 km (álcool).
Segundo a fábrica, utilizando álcool a velocidade máxima é de 163 km/h, com a aceleração de 0 a 100 km/h em 14s4. Já com gasolina no tanque a velocidade máxima fica em 161 km/h com a aceleração de 0 a 100 km/h em 14s8.
O carro, que chega à rede de concessionárias da marca a partir de R$ 25 mil (versão de entrada Life) não traz novidades estéticas.

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