O lançamento do Aircross deve contribuir para aumentar a participação da Citroen no mercado local em meio ponto percentual até dezembro. Atualmente, a montadora tem 3,5% de participação na comercialização de veículos. O carro, lançado em agosto, chegou a Londrina na segunda quinzena do mês passado, sendo que as primeiras unidades vendidas começam a ser entregues no início deste mês.
Segundo o diretor da Verniê (concessionário Citroen local) Carlos Picchi, a expectativa é comercializar cerca de 20 unidades do modelo por mês na cidade. Para o País, a estimativa é comercializar cerca de 2 mil carros/mensais. Segundo Márcio Eiji Uratsuka, gerente regional Citroen, até o final do ano a montadora pretende atingir 3% de market share no Brasil. ''O mercado (de veículos) é concorrido, mas em agosto crescemos 8%, enquanto o índice do mercado nacional ficou em 3,5%'', disse.
Segundo ele, o Aircross é um projeto nacional e, entre outros itens, traz acabamento diferenciado, três anos de garantia e motor flex. ''O valor da revisão (de veículos Citroen) é mais baixo do que muitos veículos populares. Com os três anos de garantia, os consumidores vão pagar por serviços prestados somente acima dos 40 mil quilômetros e o preço vai variar de R$ 270 a R$ 430'', afirmou Carlos Picchi.
O Aircross foi lançado em agosto e, com ele, a Citroen estreia no mercado de crossover. Com apelo off-road leve, o modelo chega para competir com o Ford EcoSport e o VW CrossFox. Disponível em três versões - GL, GLX e Exclusive - e sete opções de cores, tem motor 1.6 16V flex com quatro cilindros, que oferece 113 cv de potência (abastecido com etanol) e 110 cv (com gasolina). O preço do carro varia entre R$ 53,9 mil e R$ 65 mil.

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