Ultimamente, um novo vilão vem aterrorizando a vida dos motoristas. Trata-se da borra de óleo, ume película pastosa que pode levar o motor a um fim precoce. A formação da borra se dá por três motivos: oxidação, degradação e contaminação.
  A oxidação e a degradação acontecem quando o proprietário simplesmente deixa de trocar o óleo do carro. Outros motivos são a utilização de lubrificantes inadequados, diferentes dos recomendados pelo fabricante. ‘‘Na maioria das vezes, a borra surge porque o óleo não utilizado não foi o correto. O estrago é semelhante ao que o colestorol faz ao nosso coração’’, exemplifica Sardi.
  A contaminação do óleo está intimamente relacionada a outro fenômeno recente: a gasolina adulterada. Os solventes utilizados pelos postos de má-fé reagem com o óleo e aceleram sua degradação.
  Os principais sintomas da borra de óleo são ruídos metálicos provenientes do motor. As partes mais afetadas são as mais altas do motor, como os tuchos e o comando de válvulas.
  Para detectar a existência da borra, basta abrir a tampa do reservatório de óleo (faça isso com o motor frio) e passar o dedo para ver se há um resíduo em forma de graxa pastosa. (M.D.B.)

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