Já tradicionais em eletrodomésticos, as etiquetas de eficiência energética ainda são pouco conhecidas pelos motoristas. Se em uma geladeira elas indicam o consumo de energia elétrica, nos automóveis o foco é o consumo de combustível.
No caso dos veículos, o responsável pelas etiquetas é o Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados de Petróleo e do Gás Natural - Conpet, uma ação do governo federal que promove o desenvolvimento de uma cultura antidesperdício no uso dos recursos naturais não renováveis no Brasil.
O programa traz informações dos veículos nacionais e importados comercializados no Brasil por meio de dados fornecidos voluntariamente pelas montadoras e números anuais do consumo dos veículos.
Colada no para-brisa do automóvel, a etiqueta informa o ano de fabricação do veículo, sua categoria, nome do fabricante, modelo, versão, motorização e tipo de transmissão, com quantidade de marchas.
Os veículos de uma mesma categoria são classificados com letras que variam de "A", para um menor consumo energético, até "E", para um maior consumo energético, de acordo com as médias obtidas em estrada e cidade, com diferentes combustíveis.
Os modelos que atingem o grau máximo de eficiência energética do programa recebem o selo do Conpet.
Outro valor presente é o de consumo de combustível em quilômetros por litro, tanto para a estrada como para a cidade. O valor de CO2 emitido no escapamento também é informado em gramas por quilômetro.
Desta forma, segundo os especialistas do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil), a escolha do consumidor se torna muito mais fácil, já que ele pode fazer um comparativo entre veículos de uma mesma categoria.
É um jeito fácil de escolher o modelo que consome menos combustível. E a natureza agradece!

Fonte: Cesvi

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