Aptidão transformada em negócio
A relação de Gabriel Galdino com o Mustang 1995 vem da infância. O carro pertencia ao pai e quando este pensou em vendê-lo, ouviu do filho um pedido para que guardasse o clássico. "Com 18 anos, tirei carteira e comecei a dirigir ele. Vi que tinha muitos barulhos e probleminhas e não achava ninguém para consertar, então comecei a fazer eu mesmo", relembra Galdino.
O curso de mecânica na Dakota do Norte (EUA), três anos atrás, serviu para aprimorar a técnica que o jovem já começava a desenvolver. De volta ao Brasil, ele criou a G2tech e, hoje, tem vários clientes proprietários de carros antigos e importados e consegue detectar problemas bastante específicos. "Para mexer com carros importados você precisa ter duas coisas: saber inglês para ler os manuais e coragem", acredita.
Galdino usa o Mustang diariamente e o define como um carro multifacetado. "É um carro para ir na padaria, na faculdade, até Manaus, ou para ir ao autódromo e acelerar até 240 km/h", define. A próxima meta do jovem, além de ampliar sua oferta de serviços especializados (que também inclui o conserto de equipamentos e instrumentos musicais), é adquirir um outro clássico da indústria estadunidense: um Cadillac conversível. (C.F.)





