Aposta na vitalidade e diversificação do mercado
A GMC aposta na vitalidade e diversificação do mercado nacional. Um exemplo dos diferentes gostos e aplicações são as cabinas. Enquanto alguns preferem a frente com nariz, chamada do tipo focinhudo, outros gostam da frente avançada, que os caminhoneiros batizaram de cara-chata.
Por isso, a montadora também oferece os dois tipos: os focinhudos 6-100/6-150 e 12-170/14-190 e 16-220. E agora dois caras-chatas: o 7-110 e o modelo 15-190. O primeiro tem tecnologia Isuzu e ainda é importado do Japão. A GMC promete nacionalizar o modelo até o final deste ano.
O modelo GMC 15-190 é importando dos Estados Unidos. É um caminhão de 15 toneladas brutas. De acordo com a montadora é o primeiro do mercado, na sua categoria, dotado de injeção eletrônica e que oferece espaço para cama, como item de série. Também tem o conceituado motor Caterpillar 3116, mas equipado com módulo eletrônico.
Este modelo foi lançado no mercado norte-americano em maio do ano passado. É um projeto desenvolvido em conjunto pela GMC dos Estados Unidos e Isuzu japonesa. Mais de 1.100 itens desse veículo são comuns aos modelos GMC 12/14/16 toneladas. Isto facilita muito a entrada do produto no mercado brasileiro e sua posterior nacionalização, que deverá ocorrer em 1998, explica Lélio Ramos, diretor da Divisão de Caminhões da GMB.
Este produto é fabricado em Janesville, no estado americano de Wisconsin, em regime de just-in-time nipo-americano. A cabina sai montada do Japão em contêineres de 40 pés.
O motor Caterpillar tem potência de 188 cv a 2.600 rpm e torque de 706 Nm (Newtom metro) a 1560 rpm. Pode chegar aos 117 km/h de velocidade máxima.





