Alarmes para a
prevenção de
roubos de carro
É preciso procurar uma loja de acessórios de confiança, verificando ‘‘de cara’’ a organização do estabelecimento. ‘‘As lojas que trabalham com organização sem sujeira nem ferramentas espalhadas pelo chão têm a mesma chance de serem organizadas no trato do carro do cliente’’.
Verificar se as pessoas responsáveis pelo atendimento estão bem treinadas e se apresentam certificado de treinamento dos fabricantes.
O tratamento junto ao cliente também é importante. Segundo Alexandre, o bom vendedor é aquele que pergunta o que o cliente precisa e não ‘‘empurra’’ o produto. ‘‘O bom vendedor pergunta quel o modelo do carro, o ano, quais os opcionais, se tem seguro, se está na garantia. Somente depois de verificar o perfil do veículo, é que é realizada a venda do alarme necessário, nem a mais, nem a menos’’, diz.
Ao escolher o alarme, o consumidor deve perguntar ao vendedor sobre a garantia e a assistência técnica. Uma das maneiras de se certificar da qualidade é checar se o fabricante possui certificados de padrões internacionais de qualidade como ISO 9000 ou QS 9000, normalmente impressos nas embalagens.
O alarme não é mais aquela buzina que toca quando alguém chega perto do veículo. Atualmente o alarme tem a função de segurança e conforto. Protege o interior do veículo de violação através de sensores de ultra-som, microondas ou impacto, bloqueando o funcionamento do veículo de uma forma que não afete a garantia. Para os veículos com opcionais é possível escolher escolher alarmes com opções extras de conforto, como travamento automático das portas e levantamento dos vidros elétricos.

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