Ainda há falta de informação
A falta de informação é um dos motivos que atrasa a ida dos deficientes físicos às oficinas de adaptação. A pessoa que recém sofreu um acidente não conhece nada de adaptação. O importante é criar a idéia de que um carro adaptado serve para devolver a qualidade de vida e independência da pessoa, diz a gerente da H.N Adaptações, Tânia Nemeth.
Segundo ela, o comportamento das pessoas que sofrem acidentes e ficam impossibilitadas de dirigir é diferente daquelas que nascem com algum problema físico. Para quem sofre um acidente, o processo é muito traumático. Elas relutam um pouco a aceitar. Existe aquela esperança de voltar a andar.
Tânia justifica a opinião, comparando o comportamento de compra de um deficiente físico que nasceu assim e de uma pessoa que sofre um acidente depois de adulta. Quem cresceu assim, está acostumada com essa situação e sabe do que é capaz. Quando completa 18 anos, por exemplo, logo vai atrás do seu direito de dirigir. Já, quem de um dia pro outro se acidenta e não consegue mais andar, demora mais para procurar um carro adaptado.





