O representante da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Luiz Augusto Horta Nogueira, disse, em audiência pública promovida pela Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias para examinar o problema da adulteração de combustíveis, que a média nacional de gasolina adulterada é de 7,7%. O indíce foi obtido através da fiscalização dos 21 mil postos existentes no País.
Os estados com maior índice são Sergipe e Alagoas, com mais de 30%, sobretudo pela adição de álcool anidro em porcentagem superior aos 24% permitido pela lei. Os estados com menores índices de adulteração são Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com 1,3%.
A adulteração hoje no Brasil é bastante sofisticada, e não facilmente perceptível no momento do abastecimento. Ela só vai ser sentida ao longo do tempo, dependendo da constância de uso de combustível adulterado, e pode provocar até o comprometimento do motor, porque afeta sobretudo a injeção de combustível, gerando aquecimento excessivo.

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