Dois outros veículos elétricos estão à venda no Brasil. O primeiro, Segway, que já foi conhecido como ''Think'' ('A coisa'), é um patinete elétrico que se movimenta conforme a inclinação do corpo. Para andar, basta se inclinar ligeiramente para a frente para que o Segway saia da inércia. As curvas são feitas usando a mão, na manopla.
O maior problema do Segway, por enquanto, é o seu preço. No Brasil, o modelo mais simples custa R$ 20 mil e o mais caro R$ 25 mil. ''A lei brasileira não difere o Segway de veículo. O Segway não é um veículo, é um dispositivo de mobilidade pessoal'', argumenta Stephan de Penasse, diretor da Segway para a América Latina sobre o alto valor do aparelho.
O Segway tem autonomia entre 25 km a 40 km e pode ser carregado em qualquer tomada elétrica. A durabilidade das baterias é de 1.500 ciclos, sem perda de capacidade durante o tempo de uso. ''A idéia de oferecer o Segway no Brasil é torná-lo um objeto único, diferente. Pode ser usado para o lazer, para o transporte rápido em locais com muita gente, condomínios, patrulhas, fábricas e turismo'', aponta Penasse. (M.D.B.)

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