A bordo do subcompacto mais econômico
A londrinense Ellen Mariane, 30 anos, "herdou" um Clio do irmão mais velho, há cinco anos, quando ainda era estudante em São Paulo. Apesar de não ter se atentado para a economia que poderia ter com o veículo, ela constatou na prática o rendimento do hatch da Renault. "Eu lembro que na época já tinha essa história de economia; quando eu me deslocava para a faculdade todos os dias abastecia apenas duas vezes por mês", lembra ela.
Hoje, a estilista não usa o veículo diariamente, já que mora próximo ao local de trabalho, por isso, a quantidade de vezes em que precisa colocar gasolina no tanque caiu para uma vez por mês. "Estou pensando em trocar agora e até pensei em trocar por outro Clio; gostei do Uno (Fiat) também", conta. O compacto da Fiat também não seria má escolha no quesito economia.
Dona de um Clio há três anos, a jornalista Giovana Chiquim, 36, conta que o consumo também não era seu foco no momento da compra, mas acabou se revelando uma grata surpresa. Ela buscava por um veículo 1.0, para uso na cidade, e considerou o acabamento do francês o melhor dentro da categoria, além do preço competitivo. "Como ele é pequeno e tem 16 válvulas, imaginei que renderia bem. Chego a passar 40 dias sem abastecer (a gasolina). Quando for vender, penso em pegar outro Clio mais equipado", adianta. (C.F.)





