Para o gerente da Fórmula Renault em Londrina, Cléber Gomes, o test drive é uma importante ferramenta que o consumidor tem em mãos. ''Cerca de 70% dos clientes fazem o test drive. Alguns ainda deixam de fazer só porque o carro é novo. Mas é uma ferramenta que permite fazer uma compra acertada.'' Segundo ele, muitos clientes escolhem os modelos pelo ''ouvir falar'', mas o test drive é que vai evitar que se faça uma compra equivocada.
No test drive, Gomes afirma que um vendedor da concessionária acompanha o cliente em trajeto pré-definido onde são testados o nível de ruído em trajetos irregulares, a motorização do carro em rodovias e o comportamento do veículo na cidade em vias urbanas. Todos os modelos da Renault podem ser testados.
Antônio Rubens Zanetti, que é corretor de seguros, tem três carros na garagem de casa - um Clio, um Logan e um Sandero - e observa que, além do test drive, é importante verificar o tempo de garantia que o veículo tem e as revisões futuras, que devem estar programadas e com custo definido.
Tradição da marca, quantidade de concessionárias e nível de satisfação da clientela também contam na escolha. Depois, vem a preferência de cada cliente. ''Eu, particularmente prefiro carros que possam enfrentar terrenos ruins, com pneus grandes e com altura boa (do banco) para que as pernas estejam menos sujeitas a eventuais impactos laterais'', sustenta.
Ao colocar o candidato a carro novo na rua, ele conta que costuma notar a dirigibilidade, o ângulo de visão que o automóvel proporciona - ''quanto maior o ângulo, menos o risco de acidentes'' - e sua agilidade nas freadas.(M.F.C.)

mockup