Apesar de os smartwatches terem tomado muita da atenção dada aos wristbands e aos sport watches, as vendas destas categorias de relógios e pulseiras mais voltadas à prática de atividades físicas e esportes continuarão crescendo este ano, diz Angela McIntyre, da Gartner. Além disso, as wristbands poderão passar a ter funções que vão além do bem-estar. "Por exemplo, o uso de wristbands para a segurança como para destrancar portas em edifícios ou para restringir o acesso a arquivos no computador. Wristbands serão usadas para pagamentos móveis, como um cartão de débito, ou para pagar pelo transporte público. As pessoas irão escolher mandar os dados que estão sendo coletados sobre sua saúde de sensores nos vestíveis para a sua empresa de seguros ou médico."
Hoje, as wristbands são capazes de medir o batimento cardíaco, contar passos, monitorar o sono, dar a localização geográfica e até receber notificações. Além disso, já vêm sendo adotadas por empresas que querem melhorar o bem-estar de seus trabalhadores, inclusive com incentivos em dinheiro para aqueles que andam um determinado número de passos ou praticam outros tipos de atividades que podem ser monitorados pelas wristbands, afirma a diretora de pesquisas da Gartner. "Wristbands e outros monitores de exercícios estão sendo oferecidos a funcionários em programas de bem-estar corporativos. Programas de bem-estar patrocinam competições amigáveis como uma maneira de incentivar trabalhadores a se tornarem mais ativos e fazer do ambiente de trabalho um lugar mais agradável."
Já os sport watches, de marcas como Garmin e Polar, são mais voltados a esportistas. Sport watches mais sofisticados são capazes até mesmo de receber mensagens e alertas de treinadores ou colegas de time, afirma Angela. "Sport watches têm uma interface otimizada para atividade física, então as pessoas que têm o objetivo de treinar um esporte tendem a preferi-lo." (M.F.C.)

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